Archive for Março 2011

O manual de Segurança Patrimonial foi elaborado pela Plenna,sim e esses são as personagens criados para ilustrar.

Redação: Alimaira Silva Pereira (Plenna,sim)
Direção de arte: Jober Pereira (Plenna,sim)

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Jornal Corporativo ed.19

Redação: Alimaira Pereira – MTB 60450/SP (Plenna,sim)
Direção de arte: José Carlos Ferreira Neves Junior (Plenna,sim)

No atual labirinto de sites de mídias sociais, você sabe o melhor caminho a ser tomado para trabalhar sua marca? Sabe o que realmente funciona em cada um deles?

Se você trabalha com essas ferramentas, sabe que nem toda estratégia funciona para todas elas. O site de marketing CMO criou um infográfico com os principais sites e listou o que funciona, o que funciona mais ou menos e o que não funciona, para diferentes áreas do marketing. Por exemplo:

Facebook
Comunicação com o consumidor: Funciona! Um portal de comunicação central e aberto, o Facebook é o lugar em que as empresas querem estimular interações. Positivos ou negativos, as corporações podem conseguir feedbacks de seus consumidores depois de transmitir suas mensagens.

Exposição da marca: Funciona! Possuir uma fan page permite que a empresa apareça em outras páginas relevantes de assuntos correlatos.

Gerar tráfego para seu site: Funciona “mais ou menos”! Para muitos sites, o Facebook se tornou uma das principais fontes de tráfego, mesmo que o “potencial viral” dessa rede social seja bem baixo.

Otimização para mecanismos de busca (SEO): Não funciona! Sites de pesquisas como Bing e Google indicam que estão usando algoritmos apontando para o Facebook, mas os links são do tipo “nonfollow”, o que significa que eles não ajudarão para uma melhor colocação dentro das pesquisas dos internautas. O benefício nas buscas é baixo.

Twitter
Comunicação com o consumidor: Funciona! O Twitter é o site de mensagens perfeito para se comunicar com seu cliente. O sistema é rápido e direto, permitindo um monitoramento simples e fácil administração das conversas.

Exposição da marca: Funciona! Não é o que você anda escrevendo no Twitter que expõe sua marca, mas aquilo que você consegue fazer com que os outros escrevam sobre você. Conseguir retweets e interações pode fazer mais pela exposição da marca do que qualquer outra rede social.

Gerar tráfego para seu site: Funciona “mais ou menos”! O exagero de ruído – excesso de mensagens – e spams prejudicaram a habilidade do Twitter de aumentar as visitas para o site da empresa. No entanto, é uma ótima ferramenta para auxiliar a geração de tráfego de outros sites, como Digg e Facebook.

Otimização para mecanismos de busca (SEO): Funciona “mais ou menos”! Assim como o Facebook, o Twitter foi escolhido como componente social dos sites de busca Google e Bing. Infelizmente seus links são do tipo “nofollow”. Muitos esperam, porém, que o componente social se torne mais proeminente com o passar do tempo.

Se você está com seu inglês em dia, pode conferir a lista completa do sites neste link.

 

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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Recebi este texto de um colega publicitário que vale muito a pena ler. Boas risadas esperam por você!

Tenho muitos amigos – e até parentes – que são publicitários. E tenho me espantando com a popularidade dessa profissão entre os mais jovens. Para ajudar quem está pensando em se dedicar a essa profissão cheia de glamour, resolvi fazer um pequeno guia. Espero que seja útil.

Como se inserir no mercado de trabalho

Fácil: minta no currículo. Ninguém vai checar mesmo.

Incluir cursos no exterior é sempre bom. Especialmente em cidades modernas e cool como Berlim ou Copenhagen. Ponha lá: “assistente de produção no Stor Oksekod, na Dinamarca”. Ninguém precisa saber que é uma churrascaria.

Outra coisa que sempre funciona bem em currículos é incluir premiações. Publicitários adoram premiações, tanto que criaram milhares para distribuir entre eles mesmos.

Inclua algo como: “4º colocado do prêmio Golden Taroba na categoria ‘melhor folheto’ no 5º Publicity Awards de Itaperuna”. Sempre ajuda.

Pronto, consegui um estágio na agência. E agora?

O passo seguinte é achar um nome pra você.

Lembre-se que, da porta da agência pra dentro, você é um artista. E todo artista precisa de um nome adequado.

Nomes de publicitários se dividem em três categorias básicas.

A primeira são os nomes italianizados. Fica bonito e moderno. João vira “Gianni”, Luís vira “Luigi”, Lucicleide vira “Luce”.

A segunda categoria é a de nomes monossilábicos terminados em acento circunflexo ou “u”, como “Clô”, “Fô”, “Rê”, “Mô”, “Stê”, “Pê”, “Mu” ou “Du”.

A terceira são apelidos bem brasileiros e divertidos, como “Joca”, “Tutuca”, “Drica” ou “Zoza”.

Mas lembre-se: independentemente do nome que você escolher, o sobrenome precisa ser grande e insólito. Nada de “Silva” ou “Moreira”.

O nome ideal, portanto, seria algo como Du Fregolini, Clô Bierrenbach ou Joca Thompson.

Observe que, em todos eles, o primeiro nome tem uma pegada bem despojada, mas o sobrenome dá o tom grave e solene que o publicitário precisa e merece.

Vamos supor que seu nome seja Luis Castro. A partir de hoje, você é Luigi Castellari. Parabéns, Luigi!

Como me enturmar?

Mesmo que você ganhe 545 reais, a melhor idéia é investir uns 4 mil e comprar um abadá no bloco da agência no carnaval de Salvador. É lá que os melhores contatos são feitos.

O vocabulário

Não estranhe se, na primeira reunião, alguém te disser: “Luigi, vamos dar o start. Você tem o briefing do job? Então faça um c-call com o team do Du Fregolini, que fez o filme do papel higiênico Ralorrabo, e pergunte se o recall do cliente foi satisfatório.”

Fique calmo. Ninguém está entendendo nada mesmo. Você se acostuma.

A obsessão pelo making of

Todo publicitário adora um making of. Esse fenômeno é conhecido por “efeito Narciso”.

Lembre-se: para cada segundo de comercial filmado, a agência costuma rodar 30 minutos de making of.

O último comercial do desodorante Suvacol, dirigido por Du Fregolini, mereceu um DVD triplo com dezenas de entrevistas, análises e depoimentos. “Fregolini é um gênio”, disse Joca Thompson. “Considero este o Encouraçado Potemkin dos filmes de desodorante”.

Características de comportamento

Publicitários têm duas características básicas: são extremamente gregários e indecisos.

Isso explica o gigantesco número de reuniões de cinco horas com 15 pessoas em que não se decide nada.

A gênese de idéias e da criação publicitária

Em reuniões na agência, toda boa idéia, mesmo que venha do estagiário, é reivindicada pelo seu superior imediato, que é então reivindicada pelo superior deste, e assim por diante, até chegar ao dono da agência.

E toda idéia que dá errado, mesmo que venha do dono da agência, é colocada na conta de seu subalterno imediato, que passa para o seu subalterno, e assim por diante, até chegar ao estagiário, que é então demitido.

A injeção sazonal de modernidade

Fenômeno que costuma ocorrer nos meses de agosto e janeiro, quando o dono da agência ou o chefe de criação voltam de Nova York ou Paris, onde viram o Blue Man Group ou o La Fura Dels Baus pela 37ª vez, trazendo as últimas novidades em matéria de comportamento: “Fui ao Brooklyn e vi muita gente usando cueca por cima da calça, é a última tendência!”

O fenômeno é seguido, alguns meses depois, por uma enxurrada de comerciais estrelados por pessoas usando cueca por cima da calça, editoriais de moda com modelos usando cueca por cima da calça, e publicitários andando pela agência com cueca por cima da calça.

Pronto. Agora é com você. Boa sorte, Luigi!

Escrito por André Barcinski às 02h11

Fonte: http://andrebarcinski.folha.blog.uol.com.br/arch2011-02-27_2011-03-05.html